31 de jul. de 2010

Cattleya Skinneri


Comprei essa maravilha na Exposição de Anápolis GO 2009.
Veio com apenas 3 flores e exato 1 ano após, a mesma me presenteia com 8 flores.

Lindas demais!

Phalaenopsis Alba

24 de jul. de 2010

Ionopsis Utricularioides


Ionopsis agrupa seis miniaturas epífitas, de crescimento cespitoso distribuídas do sul da Flórida e Antilhas ao Paraguai, três delas registradas para o Brasil. Extensamente dispersas até a altitude de oitocentos metros, no Brasil podem ser encontradas hospedando-se em laranjeiras, pitangueiras, goiabeiras e cafezais.

Algumas das espécies deste gênero podem ser facilmente reconhecidas por produzirem panículas de flores lilases gigantescas, quando comparadas com o tamanho da planta.

Seus diminutos pseudobulbos, que possuem uma única folha espessa ou teretiforme, são protegidos por baínhas foliares coriáceas. Da axila dessas baínhas brota a inflorescência, ereta ou arqueada, paniculada com poucas ou muitas flores. As flores, róseas ou brancas, possuem sépalas laterais unidas na base formando curto e largo saco ou esporão mentiforme, sempre mais curto do que o ovário, labelo bastante grande em relação aos demais segmentos, unguiculado e plano e ovalado, levemente bilobulado na extremidade. A coluna apresenta prolongamento podiforme e duas polínias.

20 de jul. de 2010

Phalaenopsis Pink


O nome do gênero (Phal.) procede da latinização das palavras gregas: φάλαινα (phálaina), que significa "mariposa"; e ωΨις (opsis) que significa "parecido", aludindo à forma das flores de algumas espécies que se assemelham à mariposas em vôo.
As folhas são largas e brilhosas, nascendo no centro da planta. A queda das folhas mais velhas permite que a planta permaneça com quatro a cinco folhas em qualquer época. As flores do tipo padrão têm cerca de 8 cm de largura e hastes bem longas, que podem ter até 60 cm. As miniaturas tem flores menores e desabrocham em hastes mais curtas. Suas cores variam do branco ao rosa e amarelo, muitas vezes riscadas ou manchadas com atraentes marcações. As pétalas são arredondadas. Pode florir até três vezes por ano, e a época varia de acordo com a região geográfica.
Regar e alimentar o ano todo, diminuindo no inverno. A folhagem não deve ser borrifada, pois é propensa ao acúmulo de água na base das folhas, o que pode gerar fungos que causam doenças e podem até mesmo matar a planta. Na época da floração, as hastes mais altas precisam ser escoradas.

Epidendrum secundum Red

26 de jun. de 2010

2 de jun. de 2010


Alguém sabe o nome desse Hibrido ? rsrsrs

25 de mai. de 2010

Schomburgkia Crispa


Schomburgkia compreende robustas espécies epífitas ou rupícolas, de crescimento subcespitoso, algo aéreo, distribuídas do sudeste do México ao sudeste brasileiro, mas mais comuns na América Central e Caribe, em áreas quentes e ensolaradas, e matas abertas, mais ou menos secas. Três espécies algo similares referidas para o Brasil.

As Schomburgkia apresentam grandes pseudobulbos fusiformes alongados, volumosos e muito fortes, inicialmente lisos depois sulcados, espaçados por grosso rizoma algo alongado e escandente, com duas ou três grandes folhas apicais, coriáceas, oblongas ou lanceoladas. Do ápice do pseudobulbo, sem espata evidente, brota longa inflorescência racemosa, que pode chegar a dois metros de comprimento, ereta ou arqueada, comportando muitas flores de tamanho médio ou pequenas, formando uma espécie de umbela em seu ápice.

As flores têm pétalas e sépalas igual tamanho, levemente estreitas, comum de margens encrespadas. O labelo é trilobado com carenas próximas da base. A coluna possui oito polínias arranjadas em dois grupos.

23 de mai. de 2010

Cattleya Walkeriana



Laelia anceps var. Guerreiro


FLORES QUE CHEGAM COM O FRIO!

A Laelia anceps possui apro­ximadamente o seguinte regime de crescimento: após o período de des­canso da floração, na primavera e verão surgem novos brotos que cres­cem com o calor e as chuvas dessas estações.
Assim que o tempo começa a es­friar, as hastes florais começam a crescer e são um espetáculo à parte pois algumas plantas possuem has­tes com até um metro de comprimen­to fazendo concorrência em ta­manho com as Phalaenopsis. O comprimento da haste floral de­pende do clone e do estado cul­tural da planta, variando bastan­te, mas quase sempre ao redor de 60 cm.
Entre o fim do outono e co­meço do inverno, as flores, em número de 1 a 5 em cada haste floral, começam a abrir, fornecen­do um lindo espetáculo, balan­çando com a menor brisa. Após a floração a planta entra em pe­ríodo de repouso e reinicia-se o ciclo.
As flores da Laelia anceps variam de 6 a 12 cm de tama­nho, possuindo de modo geral boa armação (pétalas e sépalas no mesmo plano).
As sépalas variam de 1 a 2 cm de largura enquanto as péta­las podem chegar até 4 cm nos melhores clones. O labelo enco­bre a coluna e varia de 1 a 2 cm de largura.
Quanto ao colorido, temos a va­riedade alba, com pétalas e sépalas brancas e labelo também branco mas com uma mancha amarela pe­netrando o tubo. Existe uma grande variedade de flores, descritas na li­teratura, em que as diferenças são a quantidade, o tamanho e a cor das veias que penetram o labelo, enquan­to o resto da flor é de cor branca.
Em 1993, Soto Arenas, orquidólogo mexicano, propôs uma nova classificação da Laelia anceps, baseada nas diferenças en­tre as plantas do lado do Golfo do México e aquelas do lado do Pacífico.
As plantas da costa leste foram denominadas Laelias anceps subespécie anceps e as da costa oeste Laelias anceps subespécie dawsonii. A subespécie dawsonii foi dividida em duas: a forma dawsonii e a forma chilapensis. A subespécie anceps é a mais conhecida com flo­res comuns em forma e colorido. Grande sensação mesmo são as plantas das subespécies dawsonii e chilapensis. Na primeira estão as mais belas semi-albas, com pétalas largas e redondas de branco puro e Iabelo colorido. A segunda, chilapensis, descoberta no estado de Guerreiro, possui plantas espetacu­lares, flâmeas, redondas, de excep­cional beleza.
Com o aparecimento de clones poliplóides e das "Guerreiro", como são mais conhecidas as chilapensis, abriu-se um caminho muito promis­sor para cruzamentos, visando a obtenção de plantas de novas varie­dades e de qualidade superior. Uma vantagem adicional da Laelia anceps, é a facilidade no cultivo de "seedlings", já que se desenvolvem com grande facilidade e crescem muito bem no nosso clima.